Thiago Fragata
Ontem, 31/5, a Caceteira de Rindú, grupo folclórico de São Cristóvão, cumpriu um rito secular. Seus brincantes batucaram pelas ruas do centro histórico e a meia-noite, concentrados na praça do Convento de Nossa Senhora do Carmo saudaram a chegada do mês junino ao som do badalo do pesado sino. Elevando chapéus e pandeiros sobre cabeças, batendo freneticamente tambores e ganzás e no choro da cuíca, entoavam o cancioneiro: "O sino do Carmo abalou, abalou, deixa abalá..."
Próximo dia 24/6, eles cumprirão um outro rito: batucar numa marcha célere até o alto do morro São Gonçalo e lá homenagear o Cristo Redentor, por sinal o mais antigo do Brasil.
Para saber mais: Caceteira e José Gonçalo do Santos, popular Mestre Rindú.
Próximo dia 24/6, eles cumprirão um outro rito: batucar numa marcha célere até o alto do morro São Gonçalo e lá homenagear o Cristo Redentor, por sinal o mais antigo do Brasil.
Para saber mais: Caceteira e José Gonçalo do Santos, popular Mestre Rindú.
Pelo menos ainda existem remanescentes, dessa cultura em Sergipe, mais que cada dia é massacrada por essa homogeinização de valores imposta pelo capital globalizante!
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